
A Logitech anunciou hoje que planeia colocar etiquetas a comunicar o impacto de carbono dos seus produtos em todas as embalagens e no site oficial. A empresa espera que as etiquetas apareçam primeiro nos jogos, ainda este ano. O objetivo é incluir etiquetas em todos os produtos até 2025, informa a Logitech à The Verge.
Bracken Darrell, CEO da Logitech, em entrevista ao The Verge revela que “Assim como as calorias foram indicadas nos packages dos alimentos também o nível de carbono deve ser um fator de escolha para os consumidores finais interessados”.
O número que verá na etiqueta representa o ciclo de vida total de carbono do produto. Isto indica a quantidade de carbono emitida em toda a vida útil do produto, incluindo o fornecimento dos materiais de um produto, a sua fabricação, distribuição e uso real do produto.
A Logitech desenhou a própria etiqueta, referiu Prakash Arunkundrum, chefe de operações globais da Logitech, ao The Verge. Pode ver como será a etiqueta de impacto de carbono da Logitech na embalagem:

A Logitech calculará o impacto do carbono internamente, mas trabalhará com terceiros, incluindo Natural Capital Partners, iPoint Group e um verificador independente para “verificar e validar os impactos do carbono no nível do produto para os padrões de certificação DEKRA”, disse a Logitech em comunicado à imprensa. A Logitech também compartilhará a sua metodologia e protocolo aplicados para medir online os impactos do carbono.
Em dezembro, a Logitech anunciou outras iniciativas de sustentabilidade, incluindo que toda a sua linha de produtos de jogos era neutra em carbono. Isto significa que a Logitech reduziu a quantidade de emissões de carbono que estes produtos produzem e compensou o que restou. As medidas para tornar a empresa mais sustentável foram quase inteiramente conduzidas internamente, disseram Darrell e Arunkundrum.
“Em algum momento, nos últimos anos, eu e o Prakash, alterámos os nossos interesses de ‘Bem, isto seria realmente bom’ ”, revelou Darrell. “E é porque realmente acreditamos que o aquecimento global está a ser impulsionado por seres humanos”.
“Somos uma little mouse company”, continuou ele, “pouco a pouco podemos fazer adiferença”.








