O Departamento de Defesa dos Estados Unidos concluiu que a Xiaomi não é uma empresa militar comunista chinesa.
A Xiaomi foi banida e adicionada à lista negra dos EUA em janeiro pelo Departamento de Defesa, durante a presidência de Trump. Após ter sido classificada como uma empresa militar comunista chinesa, a decisão foi agora revertida.
A Xiaomi respondeu, na altura, com processo legal onde negou as acusações, tanto sobre alegadas ligações militares ao governo chinês como de se tratar de uma empresa militar comunista chinesa. Em março, um juiz federal deu razão à Xiaomi e bloqueou que restrições fossem impostas à empresa.
Ao que tudo aparenta, o governo dos EUA não tenciona dar continuidade às acusações. Segundo um relatório por parte do Departamento de Defesa, foi efetuado um acordo entre ambas as partes com o objetivo de resolver o conflito sem necessidade de futuras contestações.
Caso as restrições por parte dos EUA fossem impostas, os investidores norte-americanos teriam até 11 de novembro para reinvestir ou retirar os seus investimentos na Xiaomi. O levantamento das acusações influenciou um aumento de 6% no preço das ações da empresa. Em janeiro, aquando da formalização das acusações, o preço das ações sofreu uma queda consequente de 11%.
A Xiaomi é, atualmente, o terceiro maior fabricante de smartphones do mundo.








